A FAMÍLIA PRESTES DE ALBUQUERQUE NA HISTÓRIA DE SÃO PAULO

Este site dedicado à Família Prestes de Albuquerque se tornou possível graças às informações fornecidas por Jacqueline Roberta Marques de Melo.

Externamos aqui também nossa dívida ao eminente historiador e biógrafo do Dr. Júlio Prestes e do Dr. Washington Luís Pereira de Souza, o Dr. Célio Debes, que mantém, com sua obra notável, a memória destes estadistas.

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CORONEL FERNANDO PRESTES DE ALBUQUERQUE: Deputado estadual, Senador Estadual por São Paulo e Presidente do Estado de São Paulo (1898-1900), pai do Dr. Júlio Prestes.

JÚLIO PRESTES DE ALBUQUERQUE: Deputado Estadual e Federal por São Paulo, Presidente de São Paulo (1927-1930), Presidente eleito da República dos Estados Unidos do Brasil em 1930.

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Abaixo, veja o primeiro brasileiro a ser capa da revista Time. 

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Aqui você encontrará informações sobre os estadistas Coronel Fernando Prestes de Albuquerque e Júlio Prestes de Albuquerque.

Toda contribuição será bem vinda.

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Seu Julinho no google vídeo:

http://video.google.com/videoplay?docid=-3463178366517791003

http://video.google.com/videoplay?docid=7477781914926887935

http://video.google.com/videoplay?docid=-3149736049415251529

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 A tragédia da Revolução de 1930 contra São Paulo:

http://video.google.com/videoplay?docid=4851620978052574722

O Senador estadual de São Paulo, Cândido Nogueira da Mota, denunciou, profeticamente, na tribuna do Senado paulista, em 24 de setembro de 1929, que:

A guerra anunciada pela chamada Aliança Liberal não é contra o sr. Júlio Prestes, É contra nosso Estado de São Paulo, e isso não é de hoje. A imperecível inveja contra o nosso deslubrante progresso que deveria ser motivo de orgulho para todo o Brasil. Em vez de nos agradecerem e apertarem em fraternos amplexos, nos cobrem de injúrias e nos ameaçam com ponta de lanças e patas de cavalo!

Cândido Nogueira da Mota

Candido Mota citou ainda o senador fluminense Irineu Machado que previra a reação de São Paulo:

A reação contra a candidatura do Dr. Júlio Prestes representa não um gesto contra o presidente do estado, mas uma reação contra São Paulo, que se levantará porque isto significa um gesto de legítima defesa de seus próprios interesses“!

Irineu Machado

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Ainda no exílio, JÚLIO PRESTES, apoiou, fervorosamente a Revolução de 1932. Criticou a Revolução de 1930, quando, em 1931, estava em Portugal dizendo:

O que não compreende é que uma nação, como o Brasil, após mais de um século de vida constitucional e liberalismo, retrogradasse para uma ditadura sem freios e sem limites como essa que nos degrada e enxovalha perante o mundo civilizado!

 

Júlio Prestes

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O apoio de Monteiro Lobato, um grande admirador de Washington Luís.

Final de 1928, no Governo de Washington Luís – A pedido do Itamaraty, Monteiro Lobato envia minucioso balanço sobre o comércio Brasil – Estados Unidos.

 Dentre os inúmeros informes, relatórios e sugestões que fez ao longo do ano. Destaca-se seu interesse por combustíveis alternativos, em particular o babaçu.

 28/8/1929 – Em carta ao Dr. Júlio Prestes, Monteiro Lobato transmite-lhe votos pela:

 “vitória na campanha em perspectiva; (…) sua política na presidência significará o que de mais precisa o Brasil: continuidade administrativa.”

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O PORQUÊ DE MONTEIRO LOBATO ADIMIRAR  o SR. JÚLIO PRESTES DE ALBUQUERQUE:

JÚLIO PRESTES FOI O PIONEIRO DA EXPLORAÇÃO DO PETRÓLEO NO BRASIL:

REALIZOU VÁRIAS EXPLORAÇÕES EM SEU GOVERNO EM SÃO PAULO (1927-1930).

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Mensagem ao Congresso do Estado 1928: http://brazil.crl.edu/bsd/bsd/u1185/index.html

Mensagem ao Congresso do Estado 1929: http://brazil.crl.edu/bsd/bsd/u1186/index.html 

Poema Brutus: http://www.mandacarudaserra.com.br/arquivo/2006/julio_prestes_poema.html

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Exemplo de Patriota:

Durante a Revolução de 1924, na capital paulista, os revoltosos entraram em contacto com o vice-presidente do estado Coronel Fernando Prestes de Albuquerque em Itapetininga convidando-o para assumir o governo revolucionário em São Paulo. O Coronel Prestes que já organizara um batalhão em defesa da legalidade, na região da Estrada de Ferro Sorocabana, respondeu aos revoltosos:

Só aceitaria o governo das mãos do Dr. Carlos de Campos, livre, espontaneamente, legalmente!

Coronel Fernando Prestes

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Nossas mestras dão-nos o pleno saber:

 

quais mãezinhas velam, ensinando o amor.

 

Na escola ganhamos o doce querer.

 

Em aula aprendemos o estudo com ardor.

 

Tu és nosso patrono,

 

Fernando Prestes Varonil.

 

Nós te erguemos um belo trono,

 

na nossa alma infantil.

 

Serviste a nossa terra,

 

A pátria, a lei, o nosso Estado.

 

A história teu nome encerra,

 

Pois que o Brasil por ti foi muito amado.

 

Nossa escola linda, tu és querida!

 

Bom Fernando Prestes, inspirador da gente!

 

Não te esqueceremos toda a nossa vida,

 

Que a saudade fica pra sempre em cada mente.

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O Coronel Fernando Prestes de Albuquerque nasceu em Espirito Santo da Bôa Vista, hoje município de Angatuba, comarca de Itapetininga, no estado de São Paulo, Brasil, a 26 de Junho de 1855.

 Foram seus pais o Tenente Coronel Manuel Prestes de AIbuquerque e a exma. sra. d. Inácia Bernardo Vieira.

 Seus primeiros estudos foram feitos em Itapetininga. Posteriormente, estudou em Campo Largo de Sorocaba e em S. Paulo.

 Regressando a Itapetininga, dedicou-se, quase que exclusivamente, à lavoura. Republicano histórico, consagrou toda a energia e atividade de moço em favor da causa democrática, fazendo de centro de propaganda O Clube de Itapetininga, fundado por Venâncio Aires. Quando, a 15 de Novembro de 1889, foi proclamada a República, era, na zona do sul de S. Paulo, um dos chefes republicanos de maior prestígio.

 Durante a guerra civil de 1893, contra o governo do marechal Flo¬riano Peixoto, prestou relevantes serviços à causa da legalidade, assu¬mindo o comando das tropas incumbidas de defender a região do litoral sul do Estado. Foram-lhe concedidas, então, por decreto do marechal Floriano Peixoto, as honras de coronel do Exército.

  Inteiramente votado ao regime republicano, foi eleito deputado esta¬dual, ocupando a vice-presidência da Câmara; deputado federal, em três legislaturas, exercendo, com elevado critério e patriotismo, os cargos de chefe da bancada paulista e de «leader” da maioria; senador estadual, em três legislaturas; vice-presidente de S. Paulo, em dois quatriênios; e presidente, para preencher o quatriênio do dr. Campos Sales, governando, de novo, o Estado, durante o impedimento do dr. Albuquerque Lins.

 Nos últimos anos da vida, foi eleito diretor do Banco Noroeste do Estado de S. Paulo, exercendo também lugar de destaque na diretoria da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro.

  

 Na madrugada de 25 de Outubro de 1937, aos 82 anos de idade, faleceu, em S. Paulo, O venerando chefe republicano, cuja vida é expressão inconfundível de brasilidade, de amor à causa pública e ao regime democrático.

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O Coronel Fernando Prestes de Albuquerque, casou-se com a exma. sra. d. Olímpia de Sant’Ana Prestes, já falecida em 1901, e teve os seguintes filhos:

 

 dr. Júlio Prestes de Albuquerque, casado com d. Alice Prestes;

 

 dr. Alceu Prestes de Albuquerque, casado com d. Ana Lurdes Prestes de Albuquerque;

 

dr. Alcides Prestes de Albuquerque;

 

 prof. José Prestes de Albuquerque, casado com d. Maria Aparecida Prestes de Albuquerque;

 

d. Olímpia Prestes;

 

d. Olívia Prestes Bernardes, casada com o dr. Francisco Bernardes Júnior;

 

d. Elisa Prestes Cesar, já falecida, que foi casada com o cel. Avelino Cesar;

 

d. Dulce Prestes de Paiva Azevedo, falecida;

 

d. Maria da Penha Prestes, falecida.

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A sede da Fazenda Araras em Itapetininga-SP:

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O coronel Fernando Prestes criava cavalos para o exército brasileiro. Aqui o cavalo Expresso.

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11 Respostas to “A FAMÍLIA PRESTES DE ALBUQUERQUE NA HISTÓRIA DE SÃO PAULO”

  1. Claudio Prestes Says:

    Parabens pela rportagem e historia aprendi muito sobre minha familia, não sei ainda exatamente em que parte genealogica sou parente de julio prestes mas chegarei la muito me deixa feliz em saber que levo o sobrenome de uma pessoa que lutou pelo brasil de alguma maneira. e que iniciou o trablho do petroleo.

  2. Marlene S. Prestes Law Says:

    Boa tarde
    Meu pai, Gustavo Prestes Law, era natural de Apiaí e spre soubemos de algum parentesco dele com a familia Prestes de Albuquerque, de Itapetininga, pelo lado materno (Gertrudes Prestes). Imagino-a sobrinha ou parenta do Cel Fernando Prestes de Albuquerque em algum nível.É possível alguma informação a respeito?
    Obrigada

  3. Lucy Prestes Law Says:

    Sou filha de Gertrudes Prestes e sempre ouvi de minha familia, em minha casa, quando morava em Apiaí (década de 30), que tinhamos parentesco com Julio Prestes. Mas, desconheço o grau de parentesco. E gostaria de saber.
    Lucy Prestes Law.

    • Nelson de Souza Pinto Neto Says:

      Olá, estou redesenhando a árvore genealógica da minha familia.
      Meu bisavó era de itapetininga, chamava Izauro Rolim de Albuquerque. Ele se casou e mudou para botucatu, onde está sepuldado.
      Teve 3 fiilhas com Edith Dias de Oliveira. Atualmente 2 de sua 3 filhas moram em são paulo/sp, a primogenita é falecida
      Estou procurando seus irmãos, (Eloy, Isolina, Diogenes) Rolim de albuquerque. Todos filhos de felix rolim de albuquerque.
      Qualquer informação no email nelson.adv@terra.com.br.

  4. capitaodomingos Says:

    teste

  5. Bento Pereira Bueno Says:

    O texto que transcrevo adiante foi extraído das anotações do ano de 1931 do diário do Dr. Bento Bueno, amigo e companheiro político de Fernando e de Júlio Prestes.
    Gostaria de saber quem seria o citado “Fernandinho Prestes” preso com Bento Bueno em 1931
    “Fevereiro, 2. Accentúa-se perfeitamente o plano que elles adoptaram, de nos amendrontar com as suas rídiculas, “syndicancias” e suas ameaças de confiscos e fuzilamentos. São creações do Rio, especialmente annunciadas para effeito em São Paulo.
    Fossem todos os paulistas, conhecedores como eu, dessa matilha, que não teriam senão desprezo pelas suas manobras. Preso na Immigração, por vinte dias, teria lá me divertido muito, se não tivesse presenciado diariamente as maiores indignidades dessa gentalha.
    Não lhes dei a confiança que pretendiam.
    Tomada a cidade e pósta ao saque, com a turba solta e açulada “officialmente”, andei sempre pelas ruas e presenciei a varias depredações contra nossos amigos. Cheguei a suppôr que elles me iam respeitar !
    Mas no dia 17 de novembro ultimo (sempre o sete) às duas da madrugada, me vieram buscar em casa três agentes da “Delegacia Revolucionaria da Ordem Politica e Social”, apresentando-me um memorandum assignado por um tal Galvão . Recebi-os da janela do meu quarto e declarei-lhes “que não os attendia porque aquella, era hora de prender gatunos e não politicos como eu”. Fechei-lhes a janela às fuças e estava acalmando os meus, quando pelo teléfone uma vózinha amavel me disse que houvéra um equivoco e que a intimação era para eu comparecer às dez horas. Em tão justa conta eu as tomei e comigo minha familia, que dormimos bem o resto da noite e de manhã, com a casa espetacularmente cercada, os infames palhaços !
    Às dez horas, na casa do Congresso, convertida em “Delegacia Revolucionaria”, fui recolhido à minha tão conhecida “salinha do café” e alli estive até às duas, sem que ninguem me viesse fallar. Evitaram-me até, envergonhados, talvez, se tivessem vergonha. Foi ahi que eu liguei o nome à pessoinha do tal Vicente Ráo , que fallando ao telephone, declinou o seu nome e sua qualidade de chefe de Policia. Telephonou e sahiu de cabeça baixa, como se fosse elle o prisioneiro.
    Um mocinho imberbe veio pedir-me que eu lhe assignasse uma “qualificação” e também lhe ditasse, para elle escrever, qualquer coisa “que eu quizesse”, sobre a revolução! Escrevi umas tolices quaesquer, para só affirmar que “sempre cumpri os meus deveres, quando autoridade e que só isso me bastava e importava”.
    Pediram-me então (que ridículo!) que eu accompanhasse uns agentes, porque “queriam me falar na Immigração”. Eu lhes disse que ainda não almoçára e que só iria depois disso. Autorizaram-me então, e eu fui, acompanhado, ao Restaurante Pinoni, rua São Bento, onde almoçei à grande, como quem se preparava para um longo jejum …
    Na Immigração, quando cheguei, havia grande algazarra de povo e soldadesca. Fui recolhido ao salão de cima, na frente do edifício, lado esquerdo; e ahi encontrei cêrca de trinta presos, entre os quaes, diversos conhecidos e correligionarios meus, da Capital e do interior do Estado.
    Estavam abatidos, insonnes, apavorados alguns, porque as noticias que lhes davam, eram para aterrorisal-os.
    Cerraram-se lógo a me ouvir e eu, c’o a minha autoridade de antigo “carcereiro-mór”, que todos me conheciam ao menos de nome, levantei-lhes os animos, mostrando-lhes que aquillo tudo era “fita”; que elles nos prendiam assim, só para melhor roubarem, etc., etc … E, finalmente, mostrando-lhes que o nosso “salão” era até confortavel e seguro; tanto que fôra eu mesmo quem, como Secretario da Justiça, pregára alli aquellas grades, para obsequiar os revoltosos de vinte e quatro …
    Uma bôa gargalhada foi então, o início da nossa detenção, que durou, para mim, até o dia vinte e oito.
    Foram recolhidos àquelle presídio quasi todos os chefes e influentes do Partido Republicano Paulista. No meu salão houve dias em que eramos setenta e um prisioneiros. Entre elles, Mario Tavares , meu collega no governo Carlos de Campos, Bias Bueno , Fernandinho Prestes , João Ferreira , Gaspar Ricardo , Cap. Gonçalves , juizes, promotores, advogados, prefeitos e camaristas do interior, chefes politicos da roça, escrivães e uns dois pretos, coitados, que alli puzeram para nos humilhar, mas que de muito nos serviram porque lógo os nomeámos “Directores da Limpeza” – cargo esse, que desempenhavam sempre com esmêro e muita dignidade.
    A ninguem pedi, a ninguem recorri, para ser solto. Fui posto em liberdade quando já eramos apenas onze na prisão; isto é, quando os nossos adversarios julgaram que já estavamos sufficientemente “quebrados no nosso orgulho”, como diziam.
    “A cadéa é uma grande escola” – disse, Silvio Pellico , se não me engano. Pois nessa, da Immigração, aprendi muita coisa… Lá soube, por exemplo, por officiaes revoltosos, que as nossas prisões eram exigidas pelos chefes do Partido Democratico e combinadas, às vezes, na redacção d’ “O Estado de São Paulo” – o puro! o doutrinador! o hypocrita! A pretexto de fiscalizar as prisões, vinham elles nos fiscalizar e tomar “um trago”; e nós, nas conversações “cavavamos a reportagem”. Elles, os invasores, diziam, “eram amigos e admiradores de São Paulo; nada tinham contra São Paulo e sim, contra o Governo Washington; estavam aqui de passagem para o Rio; mas os democraticos queriam tomar o governo do Estado e pediam sempre a perseguição do P.R.P.; e andavam já desgostosos, por não serem bem attendidos; e mais, que os ditos democraticos não tinham direito a nada, porque nada fizeram na revolução”. Os safardanas! Ainda bem que já não estão contentes! No meu tempo de policia era sempre assim: era na partilha, que “elles” brigavam e se denunciavam …”

  6. Rodrigo Prestes Says:

    Só para acrescentar os dados históricos, o dr. Alcides Prestes de Albuquerque foi casado com a Sra. Sylvia Hell Prestes, ou seja meus bisavós.

  7. Ana Luiza Says:

    Olá preciso de informações sobre o sr. José Prestes de Albuquerque (data de falecimento, local) pai da Srª Maria Aparecida Prestes de Albuquerque, não acho muitas informações sobre ele!
    Fico no aguardo.Obrigada

  8. Prof. Jefferson Biajone Says:

    Carissimos familiares da Familia Prestes de Albuquerque

    Eu me chamo Jefferson Biajone, professor universitário da Fatec Itapetininga (https://fatecitapetininga.edu.br/) e presidente do Nùcleo MMDC Paulistas de Itapetininga! As Armas!! (http://mmdc.itapetininga.com.br/) da Sociedade Veteranos de 32-MMDC em Itapetininga/SP terra de nossos dois maiores expoentes Cel Fernando Prestes e Dr. Julio Prestes de Albuquerque, vossos dignos antepassados.

    Escrevo para solicitar um email e telefone de contato vosso, onde quer que estejam residindo pelo seguinte motivo: O Instituto Histórico Geográfico e Genealógico, o Instituto Julio Prestes, ambos de nossa cidade, em parceria com o referido Núcleo e a Câmara Municipal de Itapetininga irão em 2017 oficializar por ato legislativo em nossa Câmara a criação da Semana Fernando e Julio Prestes.

    Nesta semana, iremos conceder uma honraria post mortem ao Dr. Julio Prestes, veteranos da Revolução de 1924 e também é intenção nossa afixar nos tumulos de ambos, existentes no cemitério de Itapetininga, uma placa de QRCODE que dará acesso ao seguinte link via leitura por celular (http://mh.itapetininga.com.br/prestes/prestes.htm).

    Esta iniciativa do QRCODE é projeto da Fatec de Itapetininga (http://globoplay.globo.com/v/4580484/) e já foi implantado em vários tumulos e cemiterios locais. Acreditamos que é chegada a hora de vossos antepassados terem a história deles resgatada para as futuras gerações que visitarem seus tumulos.

    Por favor, precisamos de um contato vosso para obter da familia a autorização para a realização de todas essas homenagens, a vinda de representantes de vossa familia para itapetininga em novembro 2017 (a semana será neste mês) para receber a honraria post mortem e também inaugurar em solenidade a ocorrer no proprio cemitério os QRCODES (placas) que serão colocados nos tumulo do pai Cel Fernando e do filho Dr. Julio.

    Meu contato é email: jbiajone@gmail.com

    Att e grato

    prof. Jefferson Biajone
    Dez 4, 2016

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